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Rádio Metropolitana


Um mundo regulado

                                      Edu



SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                    UM MUNDO REGULADO

Já pensou se todos: professores, pais, amigos, advogados, médicos, crianças, adolescentes, idosos tivessem aprendido habilidades emocionais e, onde em todos os lugares tivessem programas de preparo emocional, todos contribuindo para a valorização da inteligência emocional, como seria o mundo?

Com certeza haveria menos reatividade, racismo, preconceitos de toda ordem, menos estigma e pouco julgamento, menos autoengano, autossabotagem e, o que poderia ser mais importante: os sentimentos seriam vistos como pontos fortes e nunca como fraqueza. E o gran finale, as pessoas poderiam ser aquilo que elas acreditam que devem ser, ou seja, mais autênticas.

Marc Brackett (2021) relata ter feito uma pergunta como a que fiz inicialmente para um grupo de pessoas e foi a resposta de uma criança que mais o chamou a atenção: “Haveria paz mundial!”

A resposta nos faz indagar e, consequentemente ponderar de um desejo que não é somente infantil.

Muitas situações ruins de toda ordem estão acontecendo o tempo todo no nosso planeta. A busca por uma inteligência emocional mais treinada, com certeza, contribuirá para que haja uma possível minimização de tantos males existentes.

Neste sentido, cabe a cada um de nós buscar um compromisso consigo mesmo, na busca de desenvolvermos habilidades emocionais capazes de fazer com que nossa existência aqui tenha mais sentido.

Com habilidades emocionais, criaremos um mundo mais inclusivo, misericordioso e cheio de criatividade. E sendo assim, o sucesso em tudo virá acompanhado do bem-estar e do repartir.

Mas precisamos entender que desenvolver habilidades emocionais não é ler incansavelmente livros sobre o tema e nem participar de palestras e seminários, apesar de entender que tudo isso pode contribuir. Desenvolver habilidades emocionais precisa ser entendido como um modo de vida. É reconhecer o que sentimos e o que o outro ao meu redor sente também. Isso cria conexão e nos doa qualidade de vida.

Que sigamos pensando... 

Um grande abraço para você!

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